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    terça-feira, 17 de novembro de 2015

    CONTRIBUIÇÃO PARA O VÔLEI BRASILEIRO

    TÉCNICO CAMPINEIRO DESENVOLVE TRABALHO JUNTO À CBV

    A Confederação Brasileira de Voleibol publicou em seu site (www.cbv.com.br) na sessão da Comissão Nacional de Treinadores (CONAT) o trabalho realizado pelo Prof. Esp. Peterson Dantas Bristotte, membro da comissão técnica do vôlei Hípica/Campinas, intitulado PERFIL ANTROPOMÉTRICO DAS SELEÇÕES NACIONAIS DE VOLEIBOL: UM ESTUDO EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS DA ELITE NACIONAL.

    "Realizei este estudo de uma maneira bem simples e objetiva, como uma observação bastante inicial do perfil antropométrico dos atletas de elite no Brasil. O Prof. Ms. Antonio Rizola Neto, gerente de seleções da CBV, foi muito solícito quando entrei em contato informando meu desejo de iniciar este trabalho junto às seleções nacionais. Claro que há muito mais dados a serem analisados, relações a serem feitas, mas este foi um início. Logo pretendo aprofundar este estudo para poder contribuir ainda mais com o vôlei brasileiro", afirmou o prof. Peterson, agora também pesquisador, que complementa: "(...) devolver a análise feita para a Confederação e encontrar o trabalho publicado só reforça nossa intenção mútua de desenvolver no mais alto nível possível o voleibol no Brasil. Quero poder contribuir ainda mais, aprofundando essas análises. Agora todos podem visualizar o início de um trabalho que pretendemos desenvolver em longo prazo junto à CBV".

    O trabalho pode ser acessado na íntegra no site da Confederação Brasileira de Voleibol, no link: http://2015.cbv.com.br/artigos/perfil_antro.pdf 

    quinta-feira, 17 de setembro de 2015

    Artigo: Silva M M F

    HÍPICA/CAMPINAS SEGUE CONTRIBUINDO PARA A CIÊNCIA

    O Professor Mauro Menegoli Ferreira da Silva, membro do quadro de professores de musculação da Sociedade Hípica de Campinas publicou um trabalho na Revista de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá que discorria sobre a relação entre ansiedade e o desempenho em jogos de voleibol. Com a colaboração da Profa. Dra. Paula Teixeira Fernandes, docente da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP e outros autores, Mauro esteve presente em toda a temporada de 2014 acompanhando as categorias de base Hípica/Campinas.

    O trabalho desenvolvido no clube tem alto compromisso com a Ciência e, periodicamente, contribui de forma relevante para a produção do conhecimento relacionado a esporte, em especial ao Voleibol.

    Acompanhe na íntegra o trabalho do Prof. Silva em: http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/24347 





    quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

    Trabalho Científico: Felicíssimo C T

    RESPOSTAS NEUROMUSCULARES DE MÚSCULOS DOS MEMBROS INFERIORES DURANTE SALTOS VERTICAIS EM ATLETAS DE VOLEIBOL

    Felicissimo C T


    A Profa. Caroline Tosini Felicíssimo foi estagiária de voleibol da Sociedade Hípica de Campinas e em 2010, defendeu seu trabalho de conclusão de curso de graduação em Educação Física - Bacharelado em Treinamento Desportivo pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP. Atualmente Caroline é aluna de mestrado do programa de pós-graduação em Educação Física da mesma Universidade.

    Sob a orientação do Prof. Dr. Antônio Carlos de Moraes (UNICAMP/SP) e co-orientação do Prof. Dr. Miguel de Arruda (UNICAMP/SP), Caroline estudou um pouco da fisiologia neuromuscular dos membros inferiores de atletas de voleibol durante o salto vertical. Para o desenvolvimento deste trabalho, Caroline teve a colaboração da equipe sub 19 Hípica/Campinas na ocasião, que também compunham a selelção de Campinas nos Jogos Regionais e Jogos Abertos do Interior.

    Acompanhe o trabalho de Felicíssimo, que rendeu uma publicação na Revista Motriz e está disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1980-65742012000100016&script=sci_arttext


    FELICISSIMO, Caroline Tosini. Respostas neuromusculares de músculos dos membros inferiores durante saltos verticais em atletas de voleibol, 2010. 67f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação)-Faculdade de Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2010.

    RESUMO

    Sendo o voleibol caracterizado como um esporte de intensidade alternada, ou seja, têm-se períodos de atividade intensa alternando-se com períodos de relativo descanso, com predominância de ações explosivas e repetitivas, a análise do salto vertical, muito solicitado durante uma partida, juntamente com a eletromiografia, que possibilita a verificação do padrão da atividade muscular, surgem como importantes formas de avaliação do desempenho na modalidade. Com isso, o objetivo do estudo foi analisar o desempenho no salto vertical e as respostas eletromiográficas dos músculos Reto Femoral (RF), Gastrocnêmio Medial (GM) e Bíceps Femoral (BF) durante protocolo de resistência de saltos verticais - com característica intermitente - em jovens atletas de voleibol. Participaram do estudo 13 jogadoras de voleibol da categoria infanto-juvenil, faixa etária entre 15 e 17 anos. O protocolo consistiu de aquecimento prévio composto por 10 saltos verticais com altura variável, com um intervalo de descanso de dois minutos (min.), seguido pelo protocolo de potência máxima, no qual realizaram três tentativas máximas, com período de recuperação de dois min., sendo que o de maior valor serviu de normalização para as variáveis do estudo. O protocolo de resistência de saltos consistiu na realização de saltos verticais máximos (SVMax), durante 20 min., composto por ciclos de 25segundos (s) (bloco de três saltos SVMax em aproximadamente 10 s – aproximadamente um salto a cada três s – com intervalo de 15 s de recuperação). Todos os saltos foram realizados sobre um tapete de contato utilizando a técnica do contramovimento, sem ajuda dos braços. Para o tratamento dos dados os saltos foram divididos em quatro períodos contendo 12 ciclos cada um. Para verificar a normalidade dos dados foi empregado o teste de Shapiro Wilk e, para averiguar as possíveis diferenças entre a ativação dos músculos foi utilizado ANOVA paramétrica e para os saltos ANOVA não-paramétrica. O nível de significância adotado foi de P<0,05. Após os tratamentos, a média de altura dos saltos, expressa em percentual da máxima altura atingida no protocolo de potência, foi 93,4%, 92,8%, 91,2% e 91,0%, para 1º, 2º, 3º e 4º períodos respectivamente, demonstrando diferença significativa do 3º e 4º com relação ao 1º e 2º (P<0,05). Quanto às variáveis neuromusculares, não houve diferença significativa entre os valores expressos em RMS e FM, ambos normalizados, para nenhum dos músculos estudados. Com isso, concluímos que os músculos RF, BF e GM mantiveram seu nível de atividade durante a realização dos protocolos de saltos, indicando ausência de fadiga periférica. Apesar disto, a queda significativa da altura do salto indica que pode haver outros fatores envolvidos no processo de fadiga deste tipo de tarefa além dos fatores neuromusculares. Futuros estudos que mantenham as características do protocolo e que os prolongue até a exaustão voluntária podem contribuir para esclarecer esta lacuna do conhecimento.

    Palavras Chaves: Saltos Verticais; Voleibol; Eletromiografia.

         Parabéns, Carol, pelo trabalho e pelo início dessa bela carreira acadêmica!
         Sucesso!

    Equipe HípicaVôlei
     


    Trabalho Científico: Bristotte P D

    PERFIL ANTROPOMÉTRICO DAS SELEÇÕES NACIONAIS DE VOLEIBOL:
    UM ESTUDO EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS DA ELITE NACIONAL

    Bristotte P D

    O outro comandante do vôlei Hípica/Campinas, Peterson Dantas Bristotte, também recebeu em agosto de 2013 o título de Especialista em Voleibol pela FMU/SP. Peterson também é técnico nível III, credenciado pela Confederação Brasileira de Voleibol, especialista em Bioquímica, Fisiologia, Treinamento e Nutrição Desportiva pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, além de graduado em Educação Física - Licenciatura e Bacharelado em Treinamento Desportivo pela mesma universidade e trabalha no projeto de voleibol do clube desde 2007. Em 2013, Peterson foi campeão do interior de SP no sub 15, no sub 17, tetracampeão do interior de SP no sub 19, e vice-campeão paulista no sub 15 e sub 19.

    O TCC que rendeu o título de Especialista em Voleibol a Peteson traça um perfil antropométrico das seleções nacionais de voleibol masculinas nas categorias infanto-juvenil, juvenil e adulta nos últimos 10 anos (2004 a 2013). Em paceria com a CBV, o professor analisou aspectos relacionados a peso, estatura, índice de massa corporal, percentual de gordura, somatório de dobras cutâneas e traçou o perfil físico das seleções brasileiras de voleibol masculino. Além disso, o trabalho comparou esses perfis em projeção com a população brasileira em geral em idades menores.

    Acompanhe o resumo do trabalho, que foi orientado pelo Prof. Ms. João Crisóstomo M. Bojikian (FMU/SP) e co-orientado pelo Prof. Dr. João Paulo Borin (UNICAMP/SP):


    BRISTOTTE, P D. Perfil antropométrico das seleções nacionais de voleibol: um estudo em diferentes faixas etárias da elite nacional. 2013. 74 p. (Especialização em Voleibol: Bases Metodológicas para o Treinamento da Iniciação ao Alto Rendimento) – Faculdade de Educação Física, Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo, 2013.

    RESUMO


    O atual reconhecimento do voleibol brasileiro no cenário mundial como um dos mais vitoriosos da história da modalidade coloca o país em posição privilegiada em relação à composição das seleções nacionais nas diferentes categorias. Para a manutenção das seleções nacionais de voleibol nas primeiras colocações dos rankings mundiais torna-se importante rever e comparar os dados antropométricos dos atletas que compuseram tais seleções ao longo do tempo nas diferentes categorias. O objetivo deste estudo foi caracterizar o(s) perfil(s) antropométrico(s) dos atletas que compuseram as seleções nacionais masculinas de voleibol entre os anos de 2004 e 2013. Especificamente foram descritos os perfis antropométricos dos atletas que foram convocados para as seleções nacionais masculinas nas categorias infanto-juvenil, juvenil e adulta entre os anos de 2004 e 2013 e compararam-se as variáveis estatura, massa corporal total e índice de massa corporal dos perfis descritos aos da população em geral. Foram utilizados dados de uma mil novecentas e uma (1901) avaliações de atletas convocados para as seleções nacionais masculinas das categorias infanto-juvenil (17 e 18 anos), juvenil (19 e 20 anos) e adulta (mais de 21 anos), entre os anos de 2004 e 2013. Foram analisadas as variáveis antropométricas estatura, massa corporal total, índice de massa corporal, percentual de gordura corporal e somatório de sete dobras cutâneas corporais: peitoral, triciptal, subescapular, abdominal, suprailíaca, coxa e perna. Os resultados mostraram que para a última década surgiram padrões antropométricos para todas as categorias: Estatura (cm): INF – 194,5/JUV – 196,2/ADU – 197,4; Massa Corporal Total (kg): INF – 84,4/JUV – 87,6/ADU – 93,9; Índice de Massa Corporal (kg/m2): INF – 22,3/JUV – 22,7/ADU – 24,1; Percentual de Gordura: INF – 6,1/JUV – 6,1/ADU – 8,3; Somatório de sete dobras cutâneas (mm): INF – 51,6/JUV – 50,2/ADU – 53,9. Em comparação com as curvas do NCHS, as seleções brasileiras também apresentam um perfil antropométrico padrão: estatura bastante acima e massa corporal total ligeiramente acima do percentil 95, e índice de massa corporal praticamente coincidente com os percentis estabelecidos internacionalmente; percentual de gordura com valores médios entre 6% e 9% e somatório de sete dobras cutâneas com valores médios entre 45 mm e 60 mm. Este estudo pode auxiliar a Confederação Brasileira de Voleibol para as convocações dos atletas das seleções nacionais e também servir como referência para técnicos em seus processos de detecção, seleção e promoção de talentos.



    PALAVRAS-CHAVES: Voleibol; Voleibol – Seleções Brasileiras Masculinas; Antropometria; Perfil Antropométrico.
       

    Trabalho Científico: Graziadei L L


    PERFIL TÉCNICO DE UMA EQUIPE DE VOLEIBOL INFANTO-JUVENIL: ANÁLISE DE DESEMPENHO COMO MANDANTE E VISITANTE

    Graziadei L L 

    Um dos comandantes do vôlei Hípica/Campinas, Lucas Lemos Graziadei, recebeu em agosto de 2013 o título de Especialista em Voleibol pela FMU/SP. Lucas também é técnico nível III, credenciado pela Confederação Brasileira de Voleibol, e graduado em Educação Física - Licenciatura e Bacharelado em Treinamento Desportivo pela Universidade Estadual de Campinas e trabalha no projeto de voleibol do clube desde 2008. Em 2013, Lucas foi campeão do interior de SP no sub 15, no sub 17, tetracampeão do interior de SP no sub 19, vice-campeão adulto na Copa Itatiba e vice-campeão paulista no sub 15 e sub 19.

    Acompanhe o resumo do Trabalho de Conclusão de Curso do Prof. Esp. Lucas Lemos Graziadei, que foi orientado pelo Prof. Ms. João Crisóstomo M Bojikian (FMU/SP).

    GRAZIADEI, Lucas Lemos. Perfil técnico de uma equipe de voleibol Infanto-juvenil: análise de desempenho como mandante e visitante. 2013. 24f. Trabalho de Conclusão de Curso (Especialização) - Faculdades Metropolitanas Unidas, São Paulo, 2013.

    RESUMO

    Desde o seu surgimento, em 1895, o voleibol vem sofrendo constantes atualizações em suas regras, contribuindo significativamente para o dinamismo do esporte. A necessidade de inovações nos treinamentos para acompanhar o crescimento da modalidade vem aumentando ainda mais para o aperfeiçoamento e desenvolvimento dos componentes do treinamento: físico, técnico, tático e psicológico. Nota-se, porém, uma carência de estudos estatísticos caracterizando o perfil técnico dos fundamentos que os atletas realizam dentro da partida, conforme mando de quadra. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho será quantificar e qualificar os fundamentos que pontuam no voleibol (saque, ataque e bloqueio) da equipe infanto-juvenil da Sociedade Hípica de Campinas, em oito partidas da fase classificatória da Copa Regional de Voleibol, sendo quatro em casa e quatro fora. A partir destes dados, analisar se há influência no desempenho técnico da equipe jogando dentro e fora de casa. Para a coleta dos dados se fez necessária à presença de dois estatísticos, que acompanharam a equipe supramencionada e, para classificação, o protocolo proposto pela Federação Internacional de Voleibol. Após coletados, os dados foram divididos em tabelas conforme mando de quadra (mandante e visitante), contendo os fundamentos (ataque, bloqueio e saque), seus critérios de avaliação (positivo, negativo e ação) e números quantitativos das ações (absolutos e relativos). Os principais resultados apontam o perfil técnico da equipe: tem-se uma regularidade de suas ações, independente do mando de quadra. Porém, mesmo que pequena, há uma diferença percentual positiva a favor das partidas realizadas em casa. Enfim, uma das propostas apresentadas, com base na exposição destes resultados, é a relevância que a seguinte metodologia de coleta, classificação e quantificação de dados estatísticos, tem para a comissão técnica, ou seja, para uma futura elaboração de treinamentos específicos aos atletas para a fase final da competição.



    Palavras-Chaves: Voleibol; Fundamentos; Critérios de Avaliação; Mando de Quadra.
     

    Trabalho Científico: Ferreira K A



    RELAÇÃO ENTRE DESEMPENHO DO ATLETA COM O LÓCUS DE CONTROLE E O COPING DO ESPORTE NO VOLEIBOL

    Ferreira K A

         A Professorea Karine Azevedo Ferreira, agora graduada em Educação Física - Bacharel em treinamento desportivo pela Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, também desenvolveu seu trabalho de conclusão de curso com o vôlei Hípica/Campinas. Karine desenvolveu seu trabalho, a exemplo do professor Mauro Menegolli, também no campo da psicologia desportiva e estudou o Coping, "um processo consciente, no qual o indivíduo se percebe em uma situação estressante e tenta utilizar seus recursos pessoais psicofísicos para dominar, reduzir ou tolerar as demandas da atividade" no voleibol e sua influência no fundamento saque. 
         Karine desenvolveu seu TCC com as atletas das categorias sub 15 (mirim), sub 17 (infantil) e sub 19 (infanto-juvenil) durante a temporada 2013 no Campeonato do Interior de SP, do qual as três equipes foram campeãs. 

    Acompanhe o resumo do trabalho, que está disponível em http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/

    FERREIRA, Karine. Relação entre o rendimento do atleta com o lócus de controle e do coping do esporte no voleibol. 2013. 74f.. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Educação Física)-Faculdade de Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2013.

     RESUMO
     
    Este estudo buscou contribuir cientificamente a duas vertentes de crescente difusão atual no país: a ciência da Psicologia do Esporte e a modalidade esportiva do voleibol feminino. Através dos questionários – Escala Multidimensional do Lócus de Controle do Esporte (EMLCE) e Athletic Coping Skills Inventory (ACSI-28) – e da análise estatística do aspecto técnico do fundamento do saque, o objetivo é avaliar as possíveis relações entre esses fatores com o rendimento do atleta.  Denomina-se Coping, um processo consciente, no qual o indivíduo se percebe em uma situação estressante e tenta utilizar seus recursos pessoais psicofísicos para dominar, reduzir ou tolerar as demandas da atividade (COIMBRA, 2011). Lócus de Controle consiste na identificação da crença que a pessoa possui sob a fonte de controle dos acontecimentos que acontecem em sua vida, com ênfase nas esferas cognitiva, perceptiva e motivacional (CONCEIÇÃO, 2008). Os sujeitos da pesquisa foram atletas do voleibol feminino que treinam em um clube de Campinas, e jogam defendendo a instituição. As 20 atletas analisadas pertencem à três categorias de base: Mirim (sub 15), Infantil (sub 17) e Infanto (sub 19), com faixa etária de 12 a 18 anos e com uma média de idade de 15,30 anos. As análises pretendiam encontrar relações entre a causalidade interna com o melhor rendimento através do saque positivo, as habilidades de enfrentamento associadas ao melhor rendimento através do saque positivo, e a causalidade interna com as habilidades de enfrentamento. Os resultados alcançados trouxeram relações inversas às esperadas baseadas na hipótese de que a crença do atleta a causalidade interna dos acontecimentos de sua vida, e o desenvolvimento de habilidades psicológicas para lidar com momentos estressores e de pressão estão associados à maiores oportunidades de sucesso, na complexidade do fenômeno esportivo. A partir dessas análises podemos sugerir que mais pesquisas voltadas para essa temática sejam realizadas, para que possam enriquecer o repertório dos treinadores e técnicos quanto ao conhecimento dos seus atletas, e também para professores, psicólogos do esporte e todos os envolvidos nesse fenômeno que se consagra hoje, e que anseia por embasamento científico: o esporte!

    Palavras-Chaves: Voleibol; Psicologia do Esporte; Coping e Lócus de Controle.

    Parabéns pelo trabalho, Profa. Karine. Estaremos sempre à sua disposição!
    Grande abraço!

    Equipe HípicaVôlei

    Trabalho Científico: Silva M M F

    ASPECTOS TÉCNICOS E ANSIEDADE PRÉ-COMPETITIVA EM JOGADORAS DE VOLEIBOL DA CATEGORIA INFANTO-JUVENIL EM PARTIDAS REALIZADAS DENTRO E FORA DE CASA

    Silva M M F

         Segue o resumo trabalho de conculusão do curso de graduação em Educação Física - Bacharelado em Treinamento Desportivo, do agora Professor Mauro Menegolli Ferreira da Silva, sob orientação da Profa. Dra. Paula Teixeira Fernandes e co-orientação do Prof. Dr. João Paulo Borin, da Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP.

         "Maurinho" desenvolveu seu trabalho no campo da psicologia desportiva e trabalhou com as atletas sub 19 na temporada 2013 durante o campeonato do interior de SP, do qual a equipe foi tetracampeã, e analisou aspectos relacionados à ansiedade pré-competitiva e sua influência em fundamentos que pontuam: saque, ataque e bloqueio.

    Acompanhe o resumo do trabalho, que está disponível em http://www.bibliotecadigital.unicamp.br/

    MENEGOLLI, Mauro Ferreira da Silva. Aspectos técnicos e ansiedade pré-competitiva em jogadoras de voleibol da categoria infanto-juvenil em partidas realizadas dentro e fora de casa. 2013. 80f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Educação Física) - Faculdade de Educação Física. Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 2013.
     
    RESUMO

    A vantagem de se jogar em casa e sua influência no resultado final do jogo vêm sendo estudada por vários autores. Porém, o motivo que leva a determinada vantagem é pouco explorado nos estudos sobre o assunto. Além isso, poucos são os trabalhos na modalidade do voleibol em relação aos aspectos psicológicos, que podem ajudar a explicar tal fenômeno. Sendo assim, entendemos que faz-se necessário explorar essa temática, com o presente estudo, cujo objetivo é analisar se o nível de ansiedade pré-competitiva influencia nos aspectos técnicos do voleibol na categoria infanto-juvenil, interferindo no resultado final do jogo, em partidas realizadas dentro e fora de casa. O local da partida do jogo foi objeto de análise na pesquisa, verificando se o nível de ansiedade apresenta oscilações em partidas realizadas como mandante e visitante, bem como se os aspectos técnicos do voleibol, no caso saque, bloqueio e ataque, expõem-se de maneira distinta nos locais de disputa. Foi analisada uma equipe de voleibol feminina, da categoria infanto-juvenil, da cidade de Campinas-SP. Para tal, utilizaram-se as estatísticas dos jogos, através de scouts, em conjunto com dois questionários validados de ansiedade (BAI - Inventário de Ansiedade de Beck e CSAI-2 - Competitive State Anxiety Inventory - 2) e uma ficha de identificação das atletas, que foram aplicadas no vestiário momentos antes dos jogos da XXI Copa Regional de Voleibol de 2013. De acordo com os resultados, não foram verificadas diferenças estatisticamente significativas (p<0,05) nos níveis de ansiedade nos jogos como mandante e visitante, sendo esta ansiedade categorizada como baixa. Mesmo assim, foi visualizada uma relação inversamente proporcional entre a ansiedade e os fundamentos analisados (exceto ataque positivo e ataque ação). Pelo fato da ansiedade ser classificado como baixa, entende-se que tal fator não interferiu nos aspectos técnicos do voleibol. Foi observado também que não houve diferença estatisticamente significativa nos fundamentos analisados nos jogos dentro e fora de casa. Contudo, o aspecto psicológico, integrante do planejamento de treinamento, deve obter um importante papel na periodização das atletas, de acordo com tudo o que foi explanado no presente trabalho.
     

    Palavras-Chaves: Voleibol; Aspectos técnicos; Ansiedade; Ansiedade pré-competitiva; Home advantage.

         Parabéns, prof. Mauro pelo excelente trabalho. Conte conosco para o que precisar!
         Um grande abraço!

    Equipe HípicaVôlei

    Trabalho Científico: Silva, M C L; Silva, N M

    Voleibol: Alimentação saudável, desempenho garantido
    Silva M C L; Silva, N M

         O excelente trabalho desenvolvido pela equipe de voleibol da Sociedade Hípica de Campinas começa a render muitos bons frutos fora da quadra. Com seus dois comandantes dando exemplo ao estarem sempre se atualizando, estudando, buscando um embasamento científico para desenvolver um trabalho de qualidade, a inspiração acaba por ultrapassar os limites da quadra.
         A partir de hoje, nasce um novo marcador em nosso site: "Trabalho Científico". Você poderá entender do ponto de vista científico vários trabalhos inspirados pelo que vem sendo desenvolvido no dia a dia do vôlei Hípica/Campinas.
         Em nossa primeira postagem, o trabalho de Maria Carolinna Lopes Silva, ex-jogadora das categorias de base Hípica/Campinas, que traz a importância de uma alimentação saudável para um bom desempenho nas quadras. Este trabalho (TCC) rendeu a Lopes o título de técnica em nutrição pelo Colégio Politécnico Bento Quirino, em Campinas/SP.
         Acompanhe o resumo do trabalho:


    Colégio Politécnico Bento Quirino


    Voleibol: Alimentação saudável, desempenho garantido
    Silva, M C L; Silva, N M

     

    Resumo


    Para obter o conhecimento sobre a influência dos macronutrientes na rotina de uma atleta de vôlei, foi pesquisado a respeito do carboidrato, proteína e lipídio, onde foi visto a influência de tais respectivos nutrientes em quadra. O objetivo desta pesquisa é saber se as atletas da modalidade voleibol consomem corretamente em seu cardápio de treino tais nutrientes necessários para um bom desempenho. A pesquisa foi realizada na Sociedade Hípica de Campinas, onde as atletas entre 15 á 18 anos responderam a um recordatório de sua alimentação no dia de treinamento.  Com os resultados foi possível avaliar se os macronutrientes de suas refeições estão corretos de acordo com a atividade física exercida.
    Começando pela energia demandada da qual que a atleta buscará nos alimentos. A fonte de energia, nesse caso, será o carboidrato, que praticamente se encontra em destaque em todas as refeições, de acordo com estudos realizados. Em seguida temos a proteína, que, como o voleibol pode ser considerado uma atividade de musculação intensa (devido à repetição dos movimentos) é necessária uma massa muscular forte e treinada, a qual é atingida devido ao fornecimento de aminoácidos, sendo assim, o segundo macronutriente mais importante que deve haver em sua dieta. E, por último, mas não menos importante, o lipídio, que é usado em caso de depleção do glicogênio (carboidratos) como fonte de energia.
    A nutrição exige que cada indivíduo consuma seis refeições por dia (desjejum, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia)  e pudemos ver que dentre as principais refeições, o desjejum, almoço e jantar, 75% das atletas fazem as refeições corretamente recorrendo ao que é considerado próprio para sua necessidade energética. Já nas outras refeições temos o lanche da manhã, que deve receber uma atenção aos alimentos consumidos, optando por naturais ao invés de industrializados; o lanche da tarde que está correto, porém há uma quantidade considerável de meninas que não consomem, mas deveriam, mesmo que rapidamente, pois o período de almoço até a próxima refeição é extenso e poderá causar hipoglicemia durante o treino, e por fim a ceia, que a maioria não consome, mas é de extrema importância devida á proteína que deveria ser ingerida para a reconstrução muscular.
    Por fim, pode ser concluído que a maioria das atletas segue o que a teoria recomenda, adequando para si o cardápio de um dia de treino corretamente, obtendo assim, o desempenho desejado e uma alimentação saudável.
     
         Carol, nós do vôlei Hípica/Campinas desejamos todo sucesso do mundo a você! Nossas portas estarão sempre abertas!
         Parabéns pelo excelente trabalho!

    Equipe HípicaVôlei